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Números e operações - atividade 1

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Números e operações - atividade 1

 

 

 

 

 

  • Onde há números em sua vida?
  • Para que você os usa?

 

 

Imagine situações do seu cotidiano em que você se depara com os números, onde você os identifica e/ou utiliza.

 

 

 

 

 

 

 Os números estão em nossa vida mesmo antes do nosso nascimento. Através deles é medido nosso peso, as semanas de vida...Geralmente os pais já começam a fazer economias pois os gastos serão grandes. Em parto normal, as mães observam os minutos para medir o tempo entre as contrações. Logo que nascemos, somos medidos e avaliados por uma tabela numérica em que avalia nossos reflexos. é o nº do apgar. Nos identificam pelo nome da mãe e pelo nº do quarto e daí então números e mais números nos identificaram pelo resto da vida e até nossa última morada.

No cartório, ao nos registrar, além do nome, terá o nº de nascimento, a folha e o livro, roupas, calçados e apartamento, bloco, cep, telefone, celular...

Logo a vida adulta chega e com ele mais números: RG, CPF, PIS-PASEP, matrículas, placa de carro, agência bancária, nº de contas, senhas...

O fim da vida chega, e os números nos acompanham: certidão de óbito nº, folha, livro...

 

 

 

 

Eu estava registrando sobre este assunto, quando me lembrei de um e-mail que recebi com este assunto acheio-o interessante:

 

 

 

Mario Prata

 

SOU APENAS UM NOME E 32 NÚMEROS

Próxima crônica

o estado de s. paulo

18/02/96

 


Sem ter muito o que fazer no carnaval comecei a pensar nos meus números, com os meus botões. A fazer um lista deles. E você, quantos números você é? Nunca pensou nisso? Pare para pensar ou então leia essa numérica crônica .

Sim, assim que você nasce, lá na maternidade, começam a te chamar de "o bebê do 209". É o seu primeiro número na vida e seu pai vai jogar no bicho, certamente. Depois, no cartório, na hora do registro, já te dão um outro número, um pouco maior. Sem falar no número do cartório, no número do livro e no da página. Mas esses ainda contam, tem mais gente neles.

Na escola, você se transforma em vários números, um por ano. Todo ano tem que decorar o número novo para a hora da chamada. Depois vem o certificado militar que você não pode jamais perder o número sob pena de não poder deixar o país. Mas, para servir a Pátria, de tão outro número, bem no seu peito.

No vestibular te dão um número comprido de inscrição e se você entrar na carreira número tal, na faculdade vão te transformar em números novamente. Mas aí você já tirou a carteira de identidade que com outro número vai te acompanhar o resto da vida. Mesmo que você tire segundas ou terceiras vias.

Vai tirar carteira de motorista e, lá em cima, indefectível, outro número para gente decorar. Enorme, como sempre. Depois vem a vez de tirar o CIC. Outro número, infindo e difícil de se decorar. E com direito a dígito, ainda por cima.

Vai abrir a conta no banco e logo te dão três números. O da sua conta, o do seu cartão de crédito e a maldita senha para o caixa eletrônico. Já contaram quantos dígitos já foram até aí?

Mas a coisa não pára por aí. Entra na Internet e você vira números nunca dantes imaginados. Além dos números da senha que você não pode dizer para ninguém, mudam o seu nome para "macprata@spdglnet.com.br". Jamais poderia imaginar usar uma arroba no meu nome. Sinto-me mais gordo ainda.

Entra-se sócio no clube. Mais um. O pior é que esse número do clube, ao contrário dos vários outros, já foi de alguém. Vai fazer o seguro-saúde você vira um número obrigatório para médicos e hospitais. Sem falar no número da sua apólice de seguro do carro.

Lá no INPS sou um número imenso. E no Sindicato? E pertenço a dois. A placa do carro não deixa de ser mais um número na sua vida, assim como o endereço com CEP (sabe o seu de cor?, sempre perguntam) e tudo.

Mais um para o telefone e outro mais complicado para o celular. E tem que decorar a senha para tirar os recados da secretária eletrônica e outro para os da caixa postal do celular. Sem falar o telefone do fax, se for outro.

E você tem que guardar muito bem o seu título de eleitor com mais um número. Além da zona e da secção.

Se quiser fugir do país de tantos números, precisa de mais um: o do seu passaporte.

Até no bingo Pamplona, gente, me deram um cartão de "cliente preferencial". Com um número, é claro.

Mas não podemos nos queixar. Nunca marcaram um brasileiro com números na própria pele com fizeram, ainda neste século, com pais e avós de muitos amigos queridos.

Comments (1)

Anonymous said

at 12:02 am on Apr 18, 2008

Atividade NO1: Nara! Interessante a maneira como escreves sobre os números de nossa vida. O texto de Mario Prata, que trazes ao final da atividade, ilustra muito bem como os números estão presentes em vários momentos do nosso cotidiano.
Um grande abraço,
Damiana

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